
REEDUCAÇÃO ALIMENTAR
Estudos realizados mostram que muitas pessoas passam boa parte da vida adulta tentando emagrecer e para isso iniciam e param regimes e dietas.
Para elas, a vida se torna um ciclo penoso que inicia com um regime rigoroso, acaba caindo em excessos de comida e termina com sentimento de culpa.
De um lado, o “efeito sanfona, ou seja, engordar e emagrecer são processos prejudiciais à saúde. Além disso, a sensação de derrota e impotência deixa a pessoa triste e com a auto estima rebaixada.
Outro ponto negativo é a associação dessas dietas com inibidores de apetite, que causam agitação e dependência.
Por causa de todos os efeitos danosos de regimes e dietas mal orientados, um movimento contrário tem se apresentado. É a chamada reeducação alimentar.
Pode-se descrever a reeducação alimentar como um processo de aprendizagem e de mudança comportamental exercido por meio de orientações nutricionais específicas em que o indivíduo conhece e incorpora hábitos alimentares saudáveis.
Isso não é tão simples como pode parecer, pois cada indivíduo apresenta uma série de práticas alimentares, hábitos e costumes ligados à comida herdados de pais e avós. Além disso, há o papel da mídia, especialmente da televisão, que induz a ingestão de alimentos calóricos, ricos em sódio, gorduras e outros nutrientes que em grandes quantidades são prejudiciais a saúde.
A reeducação alimentar consiste em substituir esses alimentos por pratos balanceados e compostos por nutrientes essenciais a alimentação de cada individuo. Horários definidos e a ingestão de água fazem parte das mudanças.
Força de vontade é sempre necessária, mas é preciso não transformar novos hábitos em algo sofrido e desagradável. O importante é acostumar-se no dia-a-dia a uma refeição completa para manter o organismo funcionando bem e com poucas calorias.
A reeducação alimentar pode apresentar vários objetivos como perda ou ganho de peso, controle do colesterol, da glicemia, de inúmeras outras doenças e situações que exigem uma mudança na alimentação ou apenas manter o peso, sendo fundamental no bem estar e na qualidade de vida. Hoje se sabe que a alimentação, aliada a mudança no estilo de vida (exercícios, controle do estresse, tabagismo etc.) tem enorme influência na prevenção e controle das doenças crônicas. No entanto, como o prazer pelo alimento tem um significado profundo, a reeducação alimentar deve otimizar os hábitos alimentares, permitindo ao mesmo tempo alguns prazeres que têm um sentido especial. E, por isso, ela deve ser personalizada, pois o significado afetivo de um alimento é individual para cada um.
Estudos realizados mostram que muitas pessoas passam boa parte da vida adulta tentando emagrecer e para isso iniciam e param regimes e dietas.
Para elas, a vida se torna um ciclo penoso que inicia com um regime rigoroso, acaba caindo em excessos de comida e termina com sentimento de culpa.
De um lado, o “efeito sanfona, ou seja, engordar e emagrecer são processos prejudiciais à saúde. Além disso, a sensação de derrota e impotência deixa a pessoa triste e com a auto estima rebaixada.
Outro ponto negativo é a associação dessas dietas com inibidores de apetite, que causam agitação e dependência.
Por causa de todos os efeitos danosos de regimes e dietas mal orientados, um movimento contrário tem se apresentado. É a chamada reeducação alimentar.
Pode-se descrever a reeducação alimentar como um processo de aprendizagem e de mudança comportamental exercido por meio de orientações nutricionais específicas em que o indivíduo conhece e incorpora hábitos alimentares saudáveis.
Isso não é tão simples como pode parecer, pois cada indivíduo apresenta uma série de práticas alimentares, hábitos e costumes ligados à comida herdados de pais e avós. Além disso, há o papel da mídia, especialmente da televisão, que induz a ingestão de alimentos calóricos, ricos em sódio, gorduras e outros nutrientes que em grandes quantidades são prejudiciais a saúde.
A reeducação alimentar consiste em substituir esses alimentos por pratos balanceados e compostos por nutrientes essenciais a alimentação de cada individuo. Horários definidos e a ingestão de água fazem parte das mudanças.
Força de vontade é sempre necessária, mas é preciso não transformar novos hábitos em algo sofrido e desagradável. O importante é acostumar-se no dia-a-dia a uma refeição completa para manter o organismo funcionando bem e com poucas calorias.
A reeducação alimentar pode apresentar vários objetivos como perda ou ganho de peso, controle do colesterol, da glicemia, de inúmeras outras doenças e situações que exigem uma mudança na alimentação ou apenas manter o peso, sendo fundamental no bem estar e na qualidade de vida. Hoje se sabe que a alimentação, aliada a mudança no estilo de vida (exercícios, controle do estresse, tabagismo etc.) tem enorme influência na prevenção e controle das doenças crônicas. No entanto, como o prazer pelo alimento tem um significado profundo, a reeducação alimentar deve otimizar os hábitos alimentares, permitindo ao mesmo tempo alguns prazeres que têm um sentido especial. E, por isso, ela deve ser personalizada, pois o significado afetivo de um alimento é individual para cada um.
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